SANTO DO DIA

10 de Junho

SANTO DO DIA - 10 de Junho

Santa Olívia de Palermo

Quem nos separará do amor de Cristo?
A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome?

O valor de publicidade é revertido para manutenção do santuário.

Santa Olívia de Palermo

Olivia nasceu em Palermo, na Itália, em uma família nobre. Era uma bela jovem. Aos 12 anos de idade foi sequestrada, mas mantinha a calma e a fé. Foi levada para a África e, mesmo no cativeiro, começou a evangelizar as pessoas, inclusive seus sequestradores.

Exilada, foi forçada a viver entre os mendigos, sofrendo fome, sede, frio, nudez. Com suas orações, curou dois aleijados e os batizou em nome da Santíssima Trindade. Quando começaram a testemunhar a sua fé publicamente, eles foram presos e mortos horrivelmente.

Colocada à disposição de Amira, governador da cidade. Por não se entregar a seus caprichos e paixões, Amira mandou açoitá-la e abandoná-la em meio a densa floresta. Desejava que ela fosse devorada pelos animais selvagens. Mas um milagre aconteceu. Os animais não lhe faziam mal. Por causa disso, muitas pessoas passavam a acreditar nos ensinamentos dela e recebiam a fé.

Santa Olívia conseguiu sobreviver e construiu um refúgio contra as intempéries. Passou a viver ali, entregue à oração, à penitência e à meditação. Certo dia, entretanto, foi descoberta por alguns caçadores. Estes, impressionados com sua força espiritual, converteram-se ao cristianismo.

Sentindo-se ameaçado pelas numerosas conversões operadas por Santa Olívia, Amira mandou prendê-la e lançá-la na prisão. Padeceu várias crueldades e tortura, foi flagelada e mergulhada em um caldeirão de óleo fervente, mas saiu ilesa, sendo decapitada por fim. Todavia, seu sofrimento e sua morte por decapitação contribuíram ainda mais para mover os corações à conversão.

A tranquilidade caracterizava a vida de Santa Olivia. Morreu humildimente e deixou como testemunho de vida a serenidade de espírito. Viveu imperturbável todos os momentos de sua vida.  Foi canonizada em 1664, por Alexandre VII.

Santa Oliva não é mencionada no Martirológio Romano, no entanto, ela é lembrado no antigo Breviário Gallo-Siculo do século XII e no Breviario Cefaludese. Em uma mesa antiga, guardada no Museu Diocesano de Palermo, há uma pintura de sua imagem com os Santos Elias, Rosalia e Veneranda. Eles também estão no martirológio do  P. Ottavio Caietano SJ (1617) e no Martirológio de Palermo do Canon Antonio Mongitore (1742).

Ela foi inscrita no Calendário Palermitano do Cardeal Giannettino Doria em 1611 e celebrada pela Igreja PALERMITANA até 1980 como uma memória obrigatória; desde 1981 não foi incluída pelo calendário litúrgico Regional, mas na cidade de Palermo pode ser celebrada com a patente de memória opcional.  Uma paróquia da cidade foi dedicada ao seu culto em 1940.

ORAÇÃO

Deus eterno e todo-poderoso, vinde em auxílio do vosso povo suplicante e, por intercessão da Santa mártir Olívia, concedei-lhe as graças que Vos pede com fé. (mentalizar o pedido)

Por Cristo Senhor nosso. Amém.

Santa Olívia de Palermo, rogai por nós!

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