REFLEXÃO DA LITURGIA

28 de Janeiro

REFLEXÃO DO DIA - 28 de Janeiro

Parábola do semeador

Evangelho - Marcos 4,1-20

O valor de publicidade é revertido para manutenção do santuário.

Na liturgia de hoje, na primeira leitura, Deus fala a Natã para transmitir a promessa a Davi: não será Davi quem edificará a casa definitiva, mas Deus fará uma aliança eterna com a sua descendência. Surge a promessa de uma dinastia permanente e de um reinado que Deus mesmo confirmará.

A passagem revela que a iniciativa da salvação e da estabilidade vem de Deus, não do mérito humano. A casa que Deus promete a Davi é sinal de presença, proteção e continuidade; o trono eterno aponta para a esperança messiânica, cumprida em Cristo.

Deus escolhe e sustenta planos que ultrapassam projetos humanos. A aliança mostra que Deus é fiel às suas promessas através das gerações. A promessa a Davi prepara o caminho para a vinda do Salvador, que estabelece um reino definitivo.

Em resumo: Reconhecer que nossos projetos precisam ser colocados sob a direção de Deus. Confiar na fidelidade divina quando os frutos demoram a aparecer. Viver com a esperança de que Deus cumpre suas promessas, mesmo por caminhos inesperados.

 

No salmo responsorial temos, « Guardarei eternamente para ele a minha graça / e com ele firmarei minha aliança indissolúvel. / Pelos séculos sem fim conservarei sua descendência, / e o seu trono, tanto tempo quanto os céus, há de durar. »

 

No Evangelho, Jesus nos apresenta a parábola do semeador, que lança sementes em diferentes tipos de solo: à beira do caminho, em terreno pedregoso, entre espinhos e em terra boa. Cada solo representa a disposição do coração humano diante da Palavra de Deus.

À beira do caminho: são os que ouvem, mas logo o inimigo rouba a Palavra, pois não há abertura verdadeira.

Terreno pedregoso: são os que recebem com alegria, mas não têm raízes; diante das dificuldades, abandonam a fé.

Entre espinhos: são os que deixam que preocupações, riquezas e prazeres sufocam a Palavra.

Terra boa: são os que acolhem, perseveram e dão frutos abundantes.

Em resumo: Deus semeia generosamente, mas cabe a nós preparar o coração para ser terra boa, aberta, firme e perseverante. O fruto não é apenas pessoal, mas se torna bênção para os outros, pois quem acolhe a Palavra transforma sua vida e testemunha o Reino. O convite de Jesus é cultivar um coração disponível, livre dos espinhos e firme nas raízes da fé, para que a Palavra produza frutos de amor, justiça e paz.

 

Na certeza que Jesus semeia o terreno da nossa vida, nossa Quarta-feira será fecunda em esperança, iluminada pela fé e marcada por frutos de amor e paz.

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