REFLEXÃO DA LITURGIA
24 de Fevereiro
REFLEXÃO DO DIA - 24 de Fevereiro
A oração do Pai-Nosso
Evangelho - Mateus 6,7-15
Na liturgia de hoje, na primeira leitura, o profeta compara a Palavra de Deus à chuva e à neve que descem do céu e não voltam sem antes fecundar a terra e fazê-la produzir fruto. Assim também a Palavra do Senhor nunca é inútil: ela sempre realiza aquilo para o qual foi enviada.
A Palavra de Deus tem força transformadora. Quando acolhida com fé, ela gera vida nova, esperança e frutos de conversão. Não depende apenas de nossa capacidade, mas da fidelidade de Deus que cumpre suas promessas.
Em resumo: escutar e viver a Palavra é confiar que ela sempre produzirá frutos de santidade e amor, porque vem do coração de um Deus que nunca falha.
No salmo responsorial temos, « Clamam os justos, e o Senhor bondoso escuta / e de todas as angústias os liberta. / Do coração atribulado ele está perto / e conforta os de espírito abatido. »
No Evangelho, Jesus ensina seus discípulos a rezar, apresentando o Pai-Nosso como modelo de oração. Ele alerta contra palavras vazias e repetições sem sentido, mostrando que a oração verdadeira nasce da confiança no amor do Pai. O centro da oração é o reconhecimento de Deus como Pai, a busca de Seu Reino e a vivência do perdão.
Rezar não é multiplicar palavras, mas abrir o coração a Deus com simplicidade e fé. O Pai-Nosso nos lembra que nossa vida deve estar orientada para a vontade divina e para a prática da misericórdia, especialmente no perdão aos irmãos.
Em resumo: Jesus nos ensina que a oração autêntica é humilde, confiante e transformadora, pois nos coloca em sintonia com o coração do Pai e nos chama a viver o amor no cotidiano.
Na certeza que devemos rezar e confiar em Jesus, nossa Terça-feira será repleta de serenidade, fortalecida pela fé e marcada por gestos de amor que revelam a presença de Deus em cada instante do nosso caminho.
