REFLEXÃO DA LITURGIA
16 de Maio
REFLEXÃO DO DIA - 16 de Maio
Último testemunho de
João Batista
Evangelho - João 3,31-36
Na liturgia de hoje, na primeira leitura, os apóstolos são levados diante do Sinédrio e repreendidos por continuarem a anunciar o nome de Jesus, apesar das ordens contrárias. Pedro e os demais respondem com firmeza: “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens.” Essa coragem incomoda as autoridades, mas revela a fidelidade dos apóstolos à missão recebida.
A fé exige coragem e fidelidade, mesmo diante das pressões e perseguições. O testemunho dos apóstolos nos lembra que nossa obediência primeira deve ser a Deus, e que o Espírito Santo nos dá força para permanecer firmes.
Em resumo: esta leitura nos ensina que seguir Cristo implica colocar a vontade de Deus acima de qualquer medo ou oposição, confiando que Ele sustenta e fortalece aqueles que anunciam o Evangelho com coragem e amor.
No salmo responsorial temos, « Do coração atribulado ele está perto / e conforta os de espírito abatido. / Muitos males se abatem sobre os justos, / mas o Senhor de todos eles os liberta. »
No Evangelho, Jesus fala da sua origem divina: Ele vem do alto e dá testemunho daquilo que viu junto do Pai. Quem crê no Filho possui a vida eterna, mas quem o rejeita permanece distante da salvação. O texto mostra o contraste entre a incredulidade humana e a plenitude da revelação que Cristo nos oferece.
A fé em Jesus não é apenas uma adesão intelectual, mas uma abertura total ao dom da vida eterna que Ele nos traz. Crer no Filho é acolher a verdade e deixar-se conduzir pelo Espírito, vivendo já aqui na terra a comunhão com Deus.
Em resumo: esta leitura nos ensina que Jesus é a Palavra definitiva do Pai, e que a nossa resposta de fé abre-nos à vida plena, enquanto a recusa fecha-nos à graça. Crer no Filho é escolher a luz e a vida que não passam.
Na certeza que a Divina Luz de Jesus nos guia e ilumina, nossa Quinta-feira será abençoada e serena, vivida com confiança na presença do Senhor, marcada pela esperança que fortalece e pela alegria de testemunhar o amor de Cristo em cada gesto de bondade e fraternidade.
