REFLEXÃO DA LITURGIA
13 de Janeiro
REFLEXÃO DO DIA - 13 de Janeiro
Jesus em Cafarnaum e a
cura de um endemoninhado
Evangelho - Marcos 1,21-28
Na liturgia de hoje, na primeira leitura, Ana se apresenta diante do Senhor no templo e, em profunda oração, derrama sua alma pedindo um filho. Ela faz um voto de consagrar o menino a Deus se sua súplica for atendida. O sacerdote Eli, ao perceber sua oração silenciosa, primeiro a julga equivocadamente, mas depois a abençoa. Deus escuta sua súplica e Ana concebe Samuel, cujo nome significa “pedido ao Senhor”.
- Ana nos ensina a orar com sinceridade e confiança, entregando a Deus nossas dores mais íntimas.
- Sua fé perseverante mostra que a oração verdadeira não é apenas palavras, mas um diálogo do coração com o Senhor.
- O nascimento de Samuel revela que Deus transforma lágrimas em vida nova e que Ele é fiel às promessas.
Em Resumo: Quando enfrentamos situações de angústia, devemos nos colocar diante de Deus com humildade e confiança. A oração perseverante abre espaço para que a graça de Deus se manifeste. Como Ana, somos chamados a reconhecer que tudo o que recebemos é dom de Deus e deve ser colocado a serviço do Reino.
No salmo responsorial temos, « O Senhor ergue do pó o homem fraco / e do lixo ele retira o indigente, / para fazê-los assentar-se com os nobres / num lugar de muita honra e distinção. »
No Evangelho, Jesus ensina na sinagoga de Cafarnaum com autoridade, diferente dos mestres da Lei. Sua palavra não é apenas instrução, mas vida e poder. Ao expulsar um espírito impuro, Ele revela que sua autoridade vem de Deus e que o Reino já está atuando contra as forças do mal.
- Jesus é o Mestre que fala com autoridade divina, capaz de transformar e libertar.
- Sua presença traz luz onde há trevas e paz onde há opressão.
- O povo reconhece que Ele não é apenas mais um pregador, mas o próprio Filho de Deus que age com poder.
Em Resumo: Somos chamados a ouvir e acolher a palavra de Cristo, que tem força para nos libertar das amarras do pecado e daquilo que nos afasta de Deus. A verdadeira autoridade não está em discursos vazios, mas na vida que testemunha o amor e a misericórdia. Assim como os que estavam na sinagoga se admiraram, também nós devemos deixar que o Evangelho nos surpreenda e nos transforme.
Na certeza que a Palavra de Jesus nos liberta e cura, nossa Terça-feira será vivida com coragem, serenidade e alegria, pois caminharemos na luz que vence todo mal.
